×

Agência Funerária: Conceitos e Definições

Agência Funerária: Conceitos e Definições

Agência Funerária: Conceitos e Definições

 

O que é uma agência funerária? E o que faz? Será a actividade funerária igual em Portugal e no resto do mundo? Porquê? E quais serão as diferenças? Saiba aqui.

 

Uma agência funerária é, por definição, uma empresa cuja actividade está ligada a questões relacionadas com a morte, seja a organização de serviços fúnebres, a venda de caixões, a ornamentação de flores, o transporte em veículos fúnebres até ao cemitério, exumações e trasladações, entre outros

 

Função da agência funerária é universal

 

Em Portugal, as agências funerárias são privadas, mas noutros países, como Cuba ou até mesmo o Brasil, algumas das funções da agência funerária são desempenhadas pelos governos municipais ou locais. Este tipo de entidade pública acaba por ser uma espécie de agência funerária estatal naqueles países.

 

Os clientes das agências funerárias são pessoas individuais, incluindo as que optam por funerais em vida, empresas, instituições e outras entidades. As necessidades principais do cliente de uma agência funerária passam por ter um bom atendimento e produtos e serviços de boa qualidade a preços acessíveis.

 

O negócio das agências funerárias no Brasil está bastante evoluído. Em 2011, foi, inclusive, inaugurado o primeiro serviço de envio de cinzas funerárias para o espaço.

 

A agência funerária em Portugal

 

Em Portugal, a actividade funerária é regulada e registada pela Direcção-Geral das Actividades Económicas. Este registo inclui informação actualizada sobre as agências funerárias e as associações mutualistas que exercem a actividade funerária em Portugal.

 

Ou seja, tudo o que está relacionado com o atendimento das necessidades dos familiares dos falecidos, como a organização de um funeral, tratamento e despacho de toda a documentação inerente, assim como as burocracias e logística relacionadas com o próprio funeral.

 

Algumas agências funerárias em Portugal estão também a disponibilizar os chamados contratos em vida, permitindo que os últimos desejos do falecido, bem como todas as

despesas com o seu funeral sejam garantidas e estejam pagas antes do acto de falecimento.

No contacto com os especialistas ao serviço da Lusitana, através do número grátis 800 208 542, será escutado, acompanhado e aconselhado por um profissional, perfeito conhecedor dos trâmites locais.

 

Para mais informações contacte a Lusitana através do número nacional grátis 800 208 542 ou do número de telemóvel 963 836 277.

Campas na Cerimónia Fúnebre

 

 

Campas na cerimónia fúnebre

 

 

As campas são hoje indissociáveis do acto fúnebre, mas nem sempre foi assim. Ainda há poucos séculos, as pessoas eram inumadas sem qualquer identificação. Saiba mais.

 

As campas são um elemento importante no âmbito de um funeral. A escolha da campa para o falecido, enquanto última morada daquele ente querido, constitui assim um marco na hora de tratar dos trâmites fúnebres. Existem inúmeros tipos de campas, sendo que até é possível encomendar campas à medida, mas nem sempre foi assim.

 

As campas através dos tempos

 

Antes do século XV, as campas da maioria das pessoas, incluindo cidadãos ilustres, nem sequer eram assinaladas. Apenas os altos responsáveis da Igreja e da realeza eram inumados com identificação.

 

A partir de 1400, em países como Inglaterra, houve uma grande procura de inumações em quintais de igrejas, que, em menos de dois séculos, ficaram atolados e deixaram de ser opção. Após o século XVII, desenvolveu-se a tendência de valorização do indivíduo e da preservação da sua memória.

 

Assistia-se ao nascimento do cemitério. Mas esta inovação foi, desde logo, condenada pela Igreja. A partir de 1830, os cemitérios assumiram a forma que têm actualmente. Os pobres continuavam a ser inumados sem identificação, mas os ricos contavam já com campas ornamentadas dos mais variados estilos.

 

Campas são sinal de estratificação social

 

Algumas, incluíam apenas o nome da pessoa e a data de nascimento e morte, mas as campas mais onerosas incluíam já símbolos diversos alusivos ao que o falecido tinha sido em vida.

 

Mais recentemente, surgiu o fenómeno da cremação, muito criticado pela Igreja, mas que começou a ser aceite progressivamente e acabou por vingar. De destacar o aumento de cremações em Portugal e noutros países bastante religiosos, como os EUA, como consequência da diminuição do número de fiéis e do desprendimento dos valores da família.

 

Entre em contacto com os especialistas ao serviço da Agência Funerária Lusitana, através do número grátis 800 208 542, será escutado, acompanhado e aconselhado por um profissional, perfeito conhecedor dos trâmites locais.

 

Para mais informações contacte a Lusitana através do número nacional grátis 800 208 542 ou do número de telemóvel 963 836 277.