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Serviços

Propomos, desde do momento em que haja conhecimento da partida de um próximo, o auxílio de um profissional devidamente habilitado, de forma a aliviar a família de todas as preocupações logísticas próprias do momento (démarches obrigatórias, organização da cerimonia, e outros assuntos). No contacto com os especialistas ao serviço da Lusitana através do numero grátis 800 208 542, será escutado, acompanhado e aconselhado por um profissional, perfeito conhecedor dos trâmites locais.

 

SERVIÇOS PROFISSIONAIS:

– Atendimento 24 horas
– Veículos Exclusivos
– Pessoal devidamente qualificado, uniformizado e identificado
– Obtenção de toda a documentação inerente
– Serviços de exumação e trasladações
– Tanatopraxia (Técnica para conservação do corpo)
– Tanatoestetica (Preparação estética dos cadáveres)
– Cremação / Inumação
– Serviço de florista
– Anúncios de necrologia
– Agua, café e chá
– Campas, Jazigos e todos os serviços em mármores e granitos
– Contratos em vida

Vantagens dos contratos em vida:
– Libertar a sua família de preocupações financeiras, através de uma garantia de capital, que abrange todas as despesas do funeral.
– Preservação da sua tranquilidade e familia uma vez que tudo é agendado com antecedência (a cerimônia, as pessoas a prevenir, anúncios, publicações na imprensa, Gravura em obras, manutenção de enterro).
– A segurança que a sua vontade será respeitada, estará documentada em contrato, sendo o próprio a única pessoa a poder altera-lo.

Informações Úteis:

Crematórios em Portugal

O número de crematórios em Portugal tem vindo a aumentar, pois a procura pela cremação tem aumentado sobremaneira, em detrimento do serviço fúnebre inumação ou enterro de um corpo.

Inclusivamente, em muitas localidades do norte do País, formaram-se mesmo extensas listas de espera, dado o número insuficiente de fornos crematórios existentes em Portugal até há bem pouco tempo.

Onde é que há crematórios em Portugal?

Actualmente, são já quase 20 os locais com crematórios em Portugal. As localidades com crematórios são:

3 crematórios em Lisboa
– 1 crematório no Porto
– 1 crematório em Matosinhos
– 1 crematório na Figueira da Foz
– 1 crematório em São João da Madeira
– 1 crematório em Vila Franca de Xira
– 1 crematório em Loures
– 1 crematório em Sintra
– 1 crematório em Elvas
– 1 crematório em ferreira do Alentejo
– 1 crematório em Porto Santo
– 1 crematório em São Miguel
– 1 crematório em Almada
– 1 crematório em Sesimbra
– 1 crematório em Oeiras

Estão ainda em fase de acabamento, o crematório de Viseu, bem como o crematório de Mangualde. É de destacar que, até há cinco anos atrás, havia apenas quatro crematórios em Portugal.

No entanto, de acordo com várias agências funerárias, o aumento acentuado da procura pela cremação, fruto dos desimpedimentos religiosos e do agravamento da crise económica, fez com que fosse indispensável a construção de novos fornos crematórios em Portugal.

E a tendência de aumento da procura pelo serviço fúnebre cremação parece ter vindo para ficar, uma vez que se trata de um processo fúnebre mais rápido, mais simples e mais barato.

 

 

 

 

Política Lusitana

A nossa política tem como ponto de honra o respeito, a dignidade das famílias que nos remetem as exéquias fúnebres de um ente querido.

A Agência Funerária Lusitana nasce da vontade dos seus sócios em levar às famílias, confrontadas com a partida de um ente querido, uma qualidade de escuta adaptada, interesse, apoio e acompanhamento reforçado.

Propomos, desde do momento em que haja conhecimento da partida de um próximo, o auxílio de um profissional devidamente habilitado, de forma a libertar a família de todas as preocupações logísticas próprias do momento (démarches obrigatórias, organização da cerimonia, e outros assuntos). No contacto com os especialistas ao serviço da Lusitana através do numero grátis 800 208 542, será escutado, acompanhado e aconselhado por um profissional, perfeito conhecedor dos trâmites locais.

Conheça a nossa Agência Funerária

A Lusitana é uma sociedade cuja actividade se baseia na prestação de serviços relativos a organização de funerais, com implantação em Almada, Charneca Da Caparica e Cernache Do Bonjardim, permitindo uma vasta abrangência no território Nacional. Dispomos de meios e competências que nos permitem desenvolver a nossa actividade em todo o país e a nível internacional.

Organizamos, há vários anos, as ultimas homenagens que as famílias prestam aos seus próximos, com um profissionalismo que faz a nossa reputação.

Asseguramos integralmente as necessidades da família, desde o funeral ao apoio nas formalidades administrativas dos meses seguintes.

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Certificados de óbito electrónicos já funcionam

CERTIFICADOS DE ÓBITO ELECTRÓNICOS JÁ FUNCIONAM

Certificados de óbito electrónicos já funcionam

Três mortos foram até agora registados através do sistema de informação dos certificados de óbitos (SICO), que entrou em funcionamento nos Hospitais Universitários de Coimbra às 00h00 desta quinta-feira, disse à Lusa Cátia Sousa Pinto, da Direcção-Geral da Saúde.

A passagem do registo em papel das certidões de óbito para inscrições numa plataforma da internet arrancou hoje, em fase experimental, tendo os registos dos três óbitos seguido imediatamente para a conservatória do registo civil, explicou a responsável.

De acordo com esta chefe de serviço, o projecto vai estender-se no próximo mês ao agrupamento dos centros de saúde do Centro e ao Hospital do Funchal. Depois deste alargamento decide-se quando deve terminar o período experimental, sendo certo que no próximo ano o alargamento vai ser feito ao resto do país, assegurou.

“Temos já a confirmação de que o sistema está a funcionar bem, a conservatória do registo civil já recebeu os registos e os familiares receberam os documentos de que necessitam muito mais rápido”, disse Cátia Sousa Pinto. Segundo a responsável, os médicos têm-se mostrado “muito favoráveis” a este sistema, que permite um preenchimento rápido dos dados necessários.

O facto de ter uma série de campos de preenchimento obrigatório e de integrar vários sistemas de informação permite reunir o máximo de informação possível em relação aos óbitos e diminuir as causas desconhecidas, destacou. O SICO integra assim informação do Ministério Público, das autoridades policiais, dos hospitais e dos centros de saúde e do instituto de medicina legal.

Este é um projecto pioneiro “reconhecido como muito importante pela Organização Mundial de Saúde”, que está a ser experimentado pela primeira vez em Portugal e em mais alguns países, salientou Cátia Sousa Pinto. “A resposta nos países onde já foi iniciado como piloto é que a melhoria da informação que se obtém é muito significativa”.

Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/certificados-de-obito-electronicos-ja-funcionam

Funerária Cremação Almada Lisboa

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Uma década depois de detetar dificuldades na decomposição de corpos no cemitério de Carnide, a Câmara de Lisboa diz que a solução foi “implementada e concluída” e que atualmente são efectuadas 90 por cento das exumações marcadas.

Em 2001, as primeiras exumações no cemitério-jardim (o primeiro do género na cidade, inaugurado em 1996) revelaram que os cadáveres não estavam em condições de ser levantados, devido “sobretudo à presença de água no solo”, segundo a autarquia.

Pouco depois, o espaço deixou de ter a função de sepultamento, salvo em raras exceções, como no funeral da escritora Sophia de Mello Breyner.

Questionada pela Lusa sobre a atual situação, a divisão de gestão cemiterial explicou que, quando o município identificou a causa do atraso na decomposição, reduziu a rega das secções de enterro, o que levou à diminuição da humidade dos terrenos.

A decomposição dos cadáveres exige humidade e arejamento dos solos, mas quando há arejamento sem humidade o corpo fica mumificado e quando há água e pouco arejamento o processo é mais lento.

De acordo com os serviços, “a mudança de procedimentos foi implementada e concluída sem custos” e atualmente estão a ser enviados avisos aos familiares dos falecidos sepultados em 1996, para marcação da exumação dos restos mortais.

A autarquia adiantou que o encerramento do espaço nunca foi ponderado e que o cemitério disponibilizou vários serviços ao longo deste tempo, inclusive inumação em compartimentos de ossários municipais, compartimentos de jazigos municipais e sepulturas perpétuas.

“Logo que se consiga disponibilizar mais terreno com as exumações, entretanto realizadas, poderá reiniciar-se a inumação temporária”, informou a divisão responsável, adiantando que serão construídos compartimentos de decomposição aeróbia que permitem o enterro tradicional (temporário) “com um menor período de redução a ossada”.

Existem também projetos para “melhorar o desempenho da primeira fase do cemitério” e para avançar com uma segunda fase.

Funerária Cremação Almada Lisboa

Cremação alternativa a enterro tradicional

 

CREMAÇÃO ALTERNATIVA A ENTERRO TRADICIONAL

 Forno crematório alternativo ao enterro tradicional

Câmara diz que a procura está a crescer e admite avançar ou entregar a privados instalalação do sistema

2011-01-25

TERESA CARDOSO

A Câmara Municipal de Viseu (CMV) está disposta a investir, ou a desafiar privados a fazê-lo, na instalação de um forno crematório alternativo aos enterros tradicionais. O aumento do número de pessoas que admitem optar pela  cremação, é a justificação avançada.

A hipótese de instalação de um forno ou de um complexo crematório em Viseu, analisada na última reunião do executivo, está a ser estudada pelos serviços técnicos em relação à sua localização. O presidente da autarquia, Fernando Ruas, admite que o equipamento possa funcionar em espaços municipais ou ser entregue à iniciativa privada.”Há uma crescente procura da cremação no concelho de Viseu. E como os crematórios mais próximos se localizam no Porto, S. João da Madeira e Figueira da Foz, importa encontrar uma solução para os cidadãos que optem por esta solução”, justifica o autarca.

O distrito registou em 2010 um total de 3839 óbitos, dos quais 1888 reportam ao concelho de Viseu. Destes, segundo empresários do sector funerário, cerca de meia centena terão tido funerais com cremação. Uma informação que não coincide com a que foi avançada pelo Ministério da Justiça, que fala em apenas um caso de cinzas. A discrepância terá a ver, ao que apurou o JN, com a liberalização do assento de óbitos e a trasladação de corpos para as terras de origem.

“Só a semana passada, que eu saiba, foram cremadas três pessoas de Viseu. A procura está a aumentar. E só não é maior, porque ainda há quem pense que é mais caro”, confirma José Ferreira, empresário do sector.

Um funeral dito normal pode custar entre 1500 a 1700 euros e um com cremação pode chegar até aos 1800. “Como se vê, não é muito mais. O problema reside, de facto, como alerta o presidente da Câmara, na necessidade de recorrermos a fornos fora do concelho”, acrescenta José Ferreira.

No país existem actualmente 14 crematórios. Alguns são simples fornos, colocados em estruturas municipais, no caso cemitérios, enquanto outros são complexos que integram várias valências.
“Chegam a ter serviço de bar, espaço para as crianças brincarem e salas para velórios. O que faz com que uma estrutura destas tenha custos sempre superiores ao milhão de euros, o que é muito para um só investidor. A solução é a Servilusa, que tem capitais espanhóis e administração nacional, ou uma parceria entre as agências funerárias e a Câmara de Viseu”, conclui o mesmo empresário.

A. Funerários não querem gestão privada dos cemitérios.

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A Associação dos Agentes Funerários de Portugal (AAFP) quer a “anulação pura e simples” do decreto lei que regula o acesso e o exercício da actividade funerária, contestando liminarmente a abertura a privados da gestão dos cemitérios existentes.

“Contestamos a abertura ao sector privado da gestão dos espaços cemiteriais existentes, sobretudo porque vai ocorrer uma situação de concorrência desleal e de aumento de preços”, afirmou à agência Lusa o presidente da AAFP, que quarta feira promove uma conferência de imprensa sobre o assunto.

Segundo João Barbosa, o objectivo da associação é, “pura e simplesmente, anular o decreto lei” 109/2010, que entra em vigor a 15 de Dezembro ou, em alternativa, “tentar fazer com que a Assembleia da República requisite o decreto lei para discussão”.

Para a AFP, a abertura do sector só deve acontecer caso os cemitérios “sejam privados da própria funerária, porque nada deve proibir que uma agência funerária, desde que tenha capital para investir e cumpra os requisitos legais, tenha um cemitério”.

Já a transferência para privados da gestão dos cemitérios actualmente a cargo das juntas de freguesia ou dos municípios é totalmente recusada pela associação, que alega que estes espaços “são públicos” e que a sua gestão “é uma das obrigações” do Estado.

“O Estado não fazer dos cemitérios um espaço de negócio e de comércio”, sustenta João Barbosa.

Para a AAFP, abrir os cemitérios ao sector privado, “que está no mercado para ter lucro”, levará a que “as tabelas de preços e taxas aplicadas disparem imediatamente”.

Conforme sustenta, “se dizem que vão abrir o espaço cemiterial ao privado porque não dá lucro – e não há nenhuma empresa privada que esteja no mercado para perder dinheiro ou para exercer acção social – é lógico que os preços vão disparar”.

Isto a não ser que – sustenta o dirigente associativo – “os autarcas sejam uns incompetentes que não sabem tirar produtividade dos bens que lhes foram entregues”.

Debaixo de fortes críticas da AAFP está também a abertura da exploração e gestão de cemitérios e capelas a instituições particulares de solidariedade social (IPSS).

“Somos totalmente contra porque são entidades mutualistas que beneficiam, entre muitas outras coisas, de subsídios do Estado e de isenções fiscais”, argumenta João Barbosa, acrescentando “nada ter a alegar” caso as IPSS “paguem também contribuições”.

As IPSS “vão destruir o tecido produtivo do país no sector funerário”, acrescentou.

“Se andamos de tanga, como é que o Estado português deixa fugir milhões pelos dedos fora em contribuições a nível de IRC? É que as mutualistas, os bombeiros e os lares, que são IPSS, vão começar a fazer funerais”, sem pagarem os respeitos impostos, disse ainda João Barbosa.

De acordo com João Barbosa, a AAFP vai promover em Novembro uma assembleia-geral de sócios, e alerta que “na última assembleia os sócios queriam avançar com uma greve”.

Fonte: Público

Funerarias